Mensagem Pastoral

A ESPERANÇA DE VER E VIVER COM DEUS

Jesus disse em João 14. 1-3 “Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também”

Neste mundo existem muitos indicativos que atraem o homem, alguns acreditam outros não, alguns experimentam outros não, porém todos possuem um sentimento de eternidade, todos, mesmo aqueles que se declaram céticos, quando ficam próximos à morte se apavoram diante da realidade daquilo que os aguardam. Sabem que a eternidade tão falada é uma incógnita para eles, é uma fatídica sentença que deverão enfrentar e o desespero da incerteza toma conta de seus últimos momentos de vida. Viveram sem se preocupar com este momento e agora sabem que todas suas concepções de filosofia, de certeza, de religiosidade, de tradição familiar, de poder cultural, material e de fama nada resolvem. O fim chega e com ele a verdade chega também, e para aqueles que não têm a esperança e a certeza de que irão ver a Deus o momento é de tragédia definitiva.

Quando Jesus declarou em João 14. 6 “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”  estava se revelando como a plena Verdade! Toda a sua vida, suas atitudes e palavras eram a expressão máxima da verdade e não para apenas dar testemunho da verdade. A verdade que foi revelada nele e por meio dele engloba todo o plano de Deus e o seu propósito para a humanidade. Ai daquele que está fora desta verdade.

Jesus é revelação da verdade que liberta a humanidade da escravidão de Satanás, que ilumina a mente humana e revela o pecado e a justiça de Deus. Ele remove o véu das trevas de nossos olhos e mostra o plano salvífico de Deus para todos nós. Quando nos encontramos dentro desta verdade a morte nada mais é do que uma porta para a plena eternidade de alegria e felicidade que teremos em nossas moradas celestes. Quando fugimos dela a morte é a porta da ausência total da presença de Deus, cuja ausência jamais terá fim, é para toda a eternidade também. É a morte espiritual.

Hebreus 9. 27 diz: “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo”. Sabemos que ninguém escapa da morte e depois dela só haverá o juízo de Deus.

Todas as pessoas morrem fisicamente, mas Cristo morreu para que não tivéssemos que morrer espiritualmente. A sua maravilhosa obra salvadora extingue os nossos pecados – passado, presente e futuro – e nos coloca como santos diante do Eterno Pai, pois é o próprio Deus que nos justifica e nos santifica por estarmos dentro da Verdade que é Cristo.

Se formos à França encontraremos os restos mortais de Leon Rivail, Allan Kardec, o pai do espiritismo. Se formos à China encontraremos os restos mortais de Shidarta, o Buda. Se formos à Medina, próximo a Meca, encontraremos os restos mortais de Maomé, o profeta dos islamitas. Todos que viveram na face da terra tiveram os seus restos mortais, entretanto, se formos à Jerusalém encontraremos um túmulo vazio que em sua porta está escrito: “Não está aqui por que ressuscitou”!

O homem por ter sido criado à imagem e semelhança de Deus possui o livre arbítrio e se faz de desentendido nisso, sabe que tem esta diferença do animal irracional e que foi o próprio Deus que o criou, entretanto, mascara essa verdade acreditando que simplesmente é um ser evoluído e que pertence a uma espécie superior de animal vivente e que possui poderes para demandar com Deus, como se a criatura pudesse influenciar o criador em alguma coisa e ao perceber que não consegue modificar sua história animal rebela-se contra o criador procurando desprezar sua própria origem e em conseqüência foge da orientação dada por Deus, que o colocará em esquecimento eterno junto com outra criatura que em princípio também foi criado com glória de ser celestial, um querubim ungido, Satanás, que também se rebelou contra o criador e recebeu uma sentença definitiva de banimento da glória de Deus e possui a função de roubar, matar e destruir o homem usando como instrumento de trabalho a própria desobediência para insuflar e disseminar essa rebelião dentro do coração humano, fazendo com que o homem e ele próprio venham a ficar para sempre fora daquilo que o próprio Senhor Deus criou para morada e interação dele próprio com seus filhos obedientes ao seu mandado. ( Gênesis 1. 27; Isaías 14. 12-15; Ezequiel 12. 11-19; João 10. 10 )

Em nenhum momento o homem poderá alegar ignorância da verdade que é Cristo. Jamais poderá se esquivar de sua sentença definitiva após sua morte. Durante toda vida pode exercer seu livre arbítrio e decidir sua eternidade. Cristo morreu e ressuscitou para todos, porém, se o homem não o aceitá-lo como seu único e suficiente Salvador nem o próprio Deus poderá modificar o destino eterno do homem, pois, as regras já estão pré-estabelecidas por Deus que não poderá modificá-las, tendo em vista que são cláusulas pétreas sem possibilidade de alterações.

João 3. 16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”

Jesus é a figura central de toda a Bíblia e por isso mesmo a própria Bíblia possui três advertências de que não existe possibilidade de que venha a sofrer qualquer alteração em seu conteúdo, sendo a última delas registrada ao seu final, no livro do Apocalipse 22. 19  “e, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, que estão escritas neste livro”. 

Com a morte encerra-se a história humana do homem e começa a sua história espiritual: vida eterna com Deus ou morte eterna sem Deus. Não existe meio-termo, não existe alternativa. Se não for desta forma o sacrifício de Jesus Cristo na cruz do calvário teria sido em vão, não teria qualquer validade. Não existe qualquer coisa que possamos fazer para alterar essa verdade. Não adianta passar a vida inteira fazendo o bem e não aceitando o bem maior que Deus estabeleceu que é o próprio Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Nesta pastoral queridos quero lembrá-los que nossa morada está reservada, todos nós que temos um compromisso sério para com o Eterno Deus temos a garantia de vida eterna, Deus não pode negar-se a si mesmo, por isso devemos em todo tempo bradar a esse mundo corrompido que existe uma esperança que muda o curso da vida, uma esperança que altera o homem em seu interior e trás paz, alegria, felicidade, fortaleza na hora da angústia, cura física, emocional e psíquica, prosperidade, e principalmente a certeza absoluta de morar nas mansões celestiais que Cristo já nos preparou.

Cristo é a esperança e a alegria do homem.

Ele breve virá! Vale a pena sermos fiéis! Jesus Cristo salva, cura, batiza com o Espírito Santo e leva para o céu! Queremos que muitas almas sejam salvas e entregues ao Senhor.

Abraços em Cristo, Pr Gilberto Precinotti